Luigino Bruni Vita 250Luigino Bruni

 

"Nada tem mais valor do que um ato de gratuidade"

 

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A aurora da meia-noite - À escuta da vida - As perguntas nuas - Um homem chamado Job - As parteiras do Egito - A árvore da vida

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Regenerações - O novo léxico do bom viver social


Fecunda é a alegria do final

Excessos e desalinhamentos/10 - Movendo os braços para não cair pode-se aprender a voar

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire de 04/11/2018

Eccedenze e disallineamenti 10 rid«Quanto mais rico for o nosso esquema de valores, mais fica difícil realizar a harmonia em seu interior. O preço da harmonização parece ser o empobrecimento, e o preço da riqueza a desarmonia».

Martha Nussbaum, A fragilidade do bem

Entender que o único patrimônio que possuímos verdadeiramente é o presente, é uma experiência absoluta da existência humana. Quando, de repente, percebemos que o passado não existe mais e o futuro é confiado a uma promessa frágil, porque é toda uma dádiva. Mas é nesta hora, que poderia ser o momento do desespero, que uma novíssima alegria nos invade, jamais provada em todos os paraísos do passado. Nasce da consciência que, realmente de retorno e finalmente pobres, estamos combatendo o último ídolo: o nosso eu.

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A maravilhosa lei do resto

Excessos e desalinhamentos/9 - Crer na ressurreição, não desenterrar cadáveres

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire de 28/10/2018

Eccedenze e disallineamenti 09 rid«Quando Rabbi Bunam estava para morrer, sua mulher chorava. Disse-lhe ele: por que choras? Toda a minha vida foi somente para que eu aprendesse a morrer».

Martin Buber. Histórias e lendas chassídicas

A Bíblia é muitas coisas juntas, e todas importantes. Cada geração descobre nela novos significados e se esquece de outros. Esta é também um rico mapa espiritual para se orientar nas questões misteriosas de quem segue seriamente uma voz. De fato, não existe um lugar melhor para onde olhar e onde procurar companhia e luz durante estes caminhos. A história e as narrações bíblicas são preciosas e fecundas também para entender e explicar as experiências coletivas, as promessas, os exílios, as mortes e as ressurreições daquelas comunidades, movimentos e organizações que nasceram de um carisma, religioso ou secular. De modo especial, é um mapa muito precioso e, de muitas maneiras, único para compreender e iluminar a noite das grandes crises coletivas, mesmo se raramente é lida e utilizada nesta perspectiva fazendo com que recursos essenciais sejam desperdiçados.

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Mais bela é a árvore dos filhos

Excessos e desalinhamentos/8 - É preciosa a semente primigenial de toda vocação humana  

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire de 21/10/2018

Eccedenze e disallineamenti 08 rid«O outro, o Homem, é desde o início o 'reciprocante'. Contemporaneamente, não pode ser esquecida a outra face da medalha desta capacidade do outro de me reciprocar. Tal capacidade pressupõe, de fato, que o outro represente uma "vida humana" exatamente como a minha e pressupõe, portanto, a existência de uma vida sua e não minha, com um seu eu e um seu mundo próprio, exclusivo, que não são meus, que encontram-se do lado de fora, para além, que transcendem a minha vida».

José Ortega y Gasset, L'uomo e la gente

A família, o trabalho, a escola, são questões de reciprocidade. O cuidado que temos permanece imperfeito se não experimentarmos, algumas vezes, que estamos sendo cuidados por aqueles a quem cuidamos, e nenhuma educação é eficaz se, enquanto ensina, o professor não aprende e não muda junto com os seus alunos. Também o relacionamento entre as comunidades ideais e as pessoas que dela fazem parte é uma questão de reciprocidade, que vive de uma grande proximidade unida a uma real distância. Nada, sobre a terra, é mais íntimo do que um encontro no espírito entre pessoas chamadas ao mesmo destino pela mesma voz, quando no outro vemos os mesmos desejos do nosso coração, as mesmas palavras ditas e não ditas que nos retornam multiplicadas e sublimadas. Alegra-se pelas mesmas coisas e a alegria aumenta ao ver que o outro está feliz pelas mesmas razões, e da mesma forma com a qual nós estamos felizes.

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Jamais ofender os pobres

Editorial - Um debate incompetente

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire de 09/10/2018

181009 Mai offendere i poveri ridO primeiro e radical problema de quem escreve, legisla e trabalha com a pobreza é a incompetência, porque não sendo pobres, normalmente, não possuímos aquele conhecimento específico que só tem que está dentro de uma condição de pobreza. Os discursos e as ações sobre as pobrezas geralmente são ineficazes, quando não prejudiciais, pois a falta de competência faz com que sejam abstratos. Com certeza, não é por acaso que os dois maiores estudiosos da pobreza, Muhammad Yunus (prêmio Nobel pela paz) e Amartya Sen (prêmio Nobel pela economia) sejam provenientes respectivamente do Bangladesh e da Índia, e ambos venham de experiências de contato com as pobrezas verdadeiras e tenham sujado suas mãos para ajudar a fazer nascer instituições e projetos para diminuir as pobrezas (a Grameen Bank e o Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas). Para entender e trabalhar com as pobrezas o bom senso não basta e, muitas vezes, produz muitos danos. Temos que, ao invés, trabalhar muito, fazendo de tudo para adquirir, com o estudo e com o contato com as pessoas às quais se deseja ajudar, as competências que não temos, mas que devem ser conquistadas.

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A esplêndida laicidade de Deus

Maiores que a culpa / 20 – O humanismo bíblico é uma infinita educação para a liberdade

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 03/06/2018

Piu grandi della colpa 20 rid«Se o teu coração não quiser ceder
Não sentir paixão, não quiser sofrer
Sem fazer planos do que virá depois
O meu coração pode amar pelos dois»

Luisa Sobral, Amar pelos dois

Quando se procura responder a uma vocação, a existência move-se entre a recordação de uma grande libertação e a espera da realização de uma grande promessa, entre memória e esperança. Tudo se desenrola entre estas duas margens do rio e a arte de viver está em aprender a permanecer no vau, sem ceder à tentação da saudade da costa donde proviemos nem àquela que nos repete que o desembarque era apenas uma miragem. Não se é submerso pelas águas e levado pela corrente enquanto se permanecer agarrados à corda invisível que liga o Mar Vermelho ao Jordão. Também porque quando mais nos aproximamos da outra margem, mais o pedaço de corda que agarramos fica cada vez mais fina sob a nossa mão.

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O decoro diferente das mulheres

Maiores que a culpa / 19 – As palavras verdadeiras dos rejeitados e rejeitadas salvam também a Deus

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 27/05/2018

Piu grandi della colpa 19 rid«Foi por graça de Deus, e não pelos seus méritos, que Noé encontrou, na arca, um abrigo da fúria avassaladora das águas. Apesar de ser melhor que os seus contemporâneos, não teria merecido que, para ele, se realizassem milagres»

Louis Ginzberg Le leggende degli ebrei

Foi a religião a inventar o homo oeconomicus, muito antes que o reinventasse a economia. O primeiro parceiro de negócios dos homens foi Deus, porque a economia dos mercados foi uma extensão da economia na esfera religiosa. As primeiras moedas que a humanidade conheceu foram cabras, carneiros, cordeiros, às vezes também crianças e virgens, com as quais os homens pagavam aos seus deuses, às vezes para lhes pagar ou, por vezes, para reduzir o débito originário pelo qual as comunidades se sentiam esmagadas.

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Como lápide dos inocentes

Maior que a culpa / 18 – Os carniceiros humilham, negando a dignidade do nome

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 20/05/2018

Piu grandi della colpa 18 rid«A relação Eu-Tu consiste em colocar-se frente a um ser externo, isto é, radicalmente outro, e em reconhecê-lo como tal. Este reconhecimento da alteridade não consiste em fazer uma ideia da alteridade. Não se trata de pensar o outro nem de o pensar como outro, mas de dirigir-se a ele, dizer-lhe Tu»

Emanuel Lévinas Martin Buber

O diálogo é o fio que tece as nossas relações sociais boas e fecundas. Ouvir e dizer, silêncio e palavra, frases e gestos são a gramática do recíproco atravessamento (dia) da palavra (logos). Dialogar é deixar-se atravessar pelo outro enquanto lhe pedimos autorização para se deixar atravessar pela nossa palavra. Atravessar é um verbo de movimento, que lembra tempo e espaço, lugares, nomes, carne; é sempre criação e novidade.

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A honra dos rejeitados

Maiores que a culpa / 17 – Afinal, os caminhos de Saul são poeirentos, como os nossos

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 13/05/2018

samuele 17 210x300«Saul: Oh, meus filhos!... – Fui pai. –
Estás só, ó rei; não te resta um
dos teus amigos ou dos teus servos.
– És paga,
do inexorável Deus, terrível ira?»

Vittorio Alfieri, Saul

Em toda a leitura autêntica, o leitor tem uma parte ativa e criativa. Não é espetador das histórias que lê, mas coencenador e ator. Na forma especial de leitura, que é a leitura bíblica, portanto, quem lê recebe a misteriosa – mas real – faculdade de transformar os personagens em pessoas que, como todas as pessoas vivas, crescem, mudam, movimentam-se, fazem encontros inesperados. Acontece, então, que as pessoas bíblicas começam a interagir entre si, a tecer tramas relacionais diferentes das pensadas e queridas pelo primeiro autor. E, assim, a bruxa de En-Dor torna-se amiga do pai do filho pródigo, Jeremias descobre-se irmão de David e Saul torna-se companheiro de caminho e de desventura de Job, como ele lançado no monte de estrume, por um Deus que quer (Saul) ou permite (Job) a sua desventura. Ambos, Saul e Job, atingidos por penas divinas maiores que a sua (possível) culpa, ambos envolvidos pelo silêncio de um Deus mudo que, para eles, não tem palavras de vida – talvez porque, simplesmente, espera as nossas.

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As palavras santas dos rejeitados

Maior que a culpa / 16 - Dentro de cada vida, pode explodir a compaixão. E o bem

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 06/05/2018

Piu grandi della colpa 16 rid«Baalschem disse a um dos seus discípulos: ‘O ínfimo dos ínfimos que te recordes, eu o amo mais do que tu amas o teu filho único»

Martin Buber, Storie e leggende chassidiche

Videntes, magos, adivinhos, são uma nota recorrente da Bíblia. São uma forma de falsa profecia, muito difundida na antiguidade e duramente combatida pelos profetas, que representou uma tentação constante e muito sedutora para Israel (à qual, frequentemente, cedeu). É expressão de uma religiosidade popular arcaica, que nunca desapareceu e que, nos nossos dias, alimenta um negócio florescente. A fé bíblica não é ameaçada pelo ateísmo, mas pela substituição de YHWH por deuses naturais e muito simples – ontem e hoje, na fé e na vida, onde a eterna tentação é convencer-se que somos algo mais pequeno e banal que a realidade complexa e belíssima que, pelo contrário, somos.

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É infinita a arte do abraço

Maiores que a culpa / 15 – O ofício de viver aprende-se apreciando as pequenas pazes

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 29/04/2018

Piu grandi della colpa 15 rid«Deus é o outro, por excelência, o outro enquanto outro, o outro, absolutamente; e, no entanto, só depende de mim o acordo com este Deus. O instrumento do perdão está nas minhas mãos. Por outro lado, o próximo, meu irmão, é, em certo sentido, mais outro que Deus: para obter o seu perdão tenho de conseguir que ele se apazigue. E se recusa? Sendo dois, tudo está comprometido. O outro pode recusar-me o perdão e deixar-me não perdoado para sempre»

Emanuel Levinas, Quattro letture talmudiche

Em cada dia, milhões de pessoas fazem e dizem coisas más e, pouco depois ou pouco antes, dizem e fazem, sinceramente, coisas boas. Porque o cruzamento de maldade e bondade é simplesmente a condição humana. A Bíblia conhece muito bem este mistério ambivalente da pessoa, provavelmente o maior mistério. Podemos tornar-nos maus, perdemo-nos, perder o fio de ouro da vida, mas, até ao último suspiro, ainda somos capazes de bondade, porque feitos à imagem e semelhança de uma dança infinita de amor recíproco que nenhum pecado consegue parar. Caim matou o seu irmão Abel, mas não matou Adão, o primeiro (e último) homem. E, enquanto Caim continua a matar Abel, o Adão continua, teimoso, a ressuscitá-lo, em cada dia. Nenhuma maldade do fratricida que se alberga dentro de nós é capaz de destruir a marca originária de bem inscrita no mais profundo do nosso ser. Neste sentido, o mal pode ser banal; o bem, nunca. O mal tem uma sua resiliência, que também pode ser muito grande, mas é sempre mais pequena que a resiliência do bem. E é este bem que resiste, teimoso, que nos torna mais belos que as nossas culpas. Está aqui o radical otimismo antropológico da Bíblia, que salvou o Ocidente após e dentro dos seus pecados mais hediondos – e que continua a salvar-nos.

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A sábia pressa das mulheres

Maiores que a culpa / 14 – Costurar, restaurar, agir oportunamente faz a paz

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 22/04/2018

Piu grandi della colpa 14 rid

 «Nós vemos os bens como um meio, como fios de um véu que mascara as relações subjacentes. A atenção dirige-se ao fluxo de trocas, do qual, porém, os bens marcam apenas a textura»

Mary Douglas, Il mondo delle cose

O presente é uma palavra grande e, por isso, é uma palavra ambivalente. Porque, se não fosse ambivalente, não seria grande, como são grandes e ambivalentes o amor, a religião, a comunidade, a vida, a morte. A “capacidade de dar e receber presentes” é uma possível definição da natureza humana, porque presente significa liberdade, autonomia, dignidade, beleza. Os presentes recebidos e dados marcam as etapas determinantes da nossa vida e da dos que amamos, desde o primeiro presente ao último, quando retribuiremos o cêntuplo do primeiro presente e, talvez só naquele momento, compreenderemos todo o seu valor – e também, o valor e o sentido do último presente que estamos a dar.

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Cidade Nova e EdC

pessoas edc003A revista Cidade Nova tem agora uma página dedicada à Economia de Comunhão, com relatos de pessoas envolvidas com o projeto.

Artigos já publicados:

Escola interamericana reunirá jovens empreendedores - 10/2015
A Aurora de uma nova cultura
- 09/2015
Comunhão e a crise grega - 08/2015
John Nash e a EdC
- 07/2015
Dado empresarial e a prática dos valores da empresa
- 06/2015
Nairóbi, capital de uma nova economia
- 05/2015
EdC e a qualidade do produto
- 04/2015
O lucro não monetário
 - 03/2015
Confiança e análise de risco - 02/2015
Economia e humanismo - 01/2015

As parteiras do Egito

Logo Levatrici d Egitto rid modO comentário do Êxodo, dos editoriais de domingo no Avvenire, por Luigino Bruni

O trabalho das mãos - 21/12/2014
O véu do profeta
 - 14/12/2014
As costas e o rosto de Deus
- 07/12/2014
O peso das palavras comuns - 30/11/2014
O bezerro de ouro - 23/11/2014
O sétimo dia
- 16/11/2014
Palavras do Céu, palavras da terra
- 09/11/2014
O decálogo
- 02/11/2014
As palavras da terra
- 26/10/2014
Os familiares do profeta
- 19/10/2014
A gratuidade-manã
- 12/10/2014
A dança de Miriam
- 05/10/2014
Os muros do mar
- 28/09/2014
A libertação e os ídolos
- 21/09/2014
Pragas e impérios invisíveis
- 14/09/2014
Capatazes leais
- 07/09/2014
O céu e as pirâmides
- 31/08/2014
A vocação de Moisés - 24/08/2014
O grito-oração
- 17/08/2014
As parteiras do Egito
- 10/08/2014

A árvore da vida

Logo Albero della vita rid modO comentário sobre o Gênesis, através dos editoriais de domingo no Avvenire, por Luigino Bruni

A morte de Jacob - 03/08/2014
O filho reencontrado
- 27/07/2014
A reconciliação
- 20/07/2014
O perdão de José
- 13/07/2014
Vacas magras e vacas gordas
- 06/07/2014
A lealdade de José
- 29/06/2014
Judá e Tamar
- 22/06/2014
José, o sonhador
- 14/06/2014
A morte de Isaac - 08/06/2014
Dina, A Vingança e a Gratidão - 01/06/2014
Ferida e benção - 25/05/2014
A carestia de fundamento - 18/05/2014
O sonho e a vocação - 11/05/2014
Esaú e Jacob/Jacó - 04/05/2014
O 1º contrato - 27/04/2014
Isaac - 20/04/2014
Agar - 13/04/2014
Abraão - 06/04/2014 
Babel - 30/03/2014
Noé - 23/03/2014 
Caim e Abel - 16/03/2014 
A serpente - 09/03/2014
Troca de olhares - 02/03/2014 
Adam - 23/02/2014
A árvore da vida - 16/02/2014

O novo léxico do bom viver social


Logo nuovo lessico rid modAs "palavras" do Novo Léxico, dos editoriais dominicais em Avvenire por Luigino Bruni

Comunhão - 09/02/2014
Instituições
- 02/02/2014
Comunidade
- 26/01/2014
Tempo - 19-01-2014
Mansidão - 12/01/2014
Economia - 05/01/2014
Consumo - 29/12/2013 
Carismas - 22/12/2013 
Inovação - 15/12/2013 
Mercado - 08/12/2013
Bens comuns - 01/12/2013
Cooperação - 24/11/2013
Bens de experiência - 17/11/2013
Ponto crítico - 10/11/2013
Capitais - 03/11/2013
Pobreza - 27/10/2013
Bens relacionais - 20/10/2013
Bens  - 13/10/2013
Riqueza - 06/10/2013
Novo léxico - 29/09/2013

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O dado das empresas

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Linhas para a gestão de uma empresa de EdC

Binari_rid_modA Economia de Comunhão propõe às organizações produtivas que fazem própria a sua mensagem e a sua cultura, as “Linhas para a gestão de uma empresa”, escritas à luz da vida e da reflexão de milhares de empresários e trabalhadores...
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A economia da partilha

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