Luigino Bruni Vita 250Luigino Bruni

 

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A aurora da meia-noite - À escuta da vida - As perguntas nuas - Um homem chamado Job - As parteiras do Egito - A árvore da vida

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Regenerações - O novo léxico do bom viver social


A economia da pequenez

Maiores que a culpa / 9 – O trabalho nunca é um obstáculo às nossas vocações

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 18/03/2018

Piu grandi della colpa 09 rid«Uma vez, Rabbi Bunam rezou numa pousada. Mais tarde, disse aos discípulos: “Às vezes, julga-se que não seja possível rezar num lugar e procura-se outro. Mas esta não é a atitude correta. Porque o lugar abandonado queixa-se: porque não quiseste fazer as tuas orações em cima de mim? Se havia algo que te perturbava, isso era precisamente o sinal que tinhas a obrigação de me redimir”»

Martin Buber, Storie e leggende Chassidiche  [Histórias e lendas cassídicas]

O declínio de Saul cruza-se com a subida de David, estrela luminosíssima na Bíblia, talvez a mais luminosa no Antigo Testamento. É o personagem de quem conhecemos melhor o coração – uma palavra que, não por acaso, faz a sua aparição já no primeiro relato da sua vocação («o homem vê as aparências, mas o Senhor olha o coração»: Samuel 16, 7).

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Herdeiros da tira do manto

Maiores que a culpa / 8 – Somos cidadãos duma terra parcial e incompleta

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 11/03/2018

Piu grandi della colpa 08 rid«É muito difícil encontrar, em toda a Bíblia, um único personagem, justo ou injusto, que não tenha sido desmentido por Deus, exceto talvez Abraão e Jesus. Mas exatamente com estes desmentidos, o homem de fé aprende a duvidar de toda a instituição que não se deixe contradizer»

Paolo De Benedetti I profeti del re  [Os profetas do rei]

Depois da consagração realizada por Samuel, Saul começa a desempenhar a sua missão de rei guerreiro, um início que marca a sua trágica sorte, narrada em páginas entre as mais excitantes e belas de toda a Bíblia: «Juntaram-se os filisteus para combater Israel, com trinta mil carros, seis mil cavaleiros. (…) Saul, entretanto, estava ainda em Guilgal com todo o seu povo, que tremia de medo. Esperou sete dias, segundo a ordem de Samuel. Mas este não chegava a Guilgal, e o povo, pouco a pouco, ia-se afastando. Disse, pois, Saul: «Trazei-me o holocausto e os sacrifícios de comunhão». E ele mesmo ofereceu o holocausto” (1 Samuel 13, 5-9).

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Os pactos são sangue e carne

Maiores que a culpa / 7 – A Aliança bíblica estabelece compromisso e perdão recíprocos

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 04/03/2018

Piu grandi della colpa 07 rid«Procurarei ajudar-te enquanto não fores destruído dentro de mim. Uma coisa, porém, se torna cada vez mais evidente para mim, isto é, que tu não podes ajudar-nos, mas que somos nós a ter de te ajudar… Também já posso perdoar a Deus, porque a situação é a que, certamente, deve ser. Que se possa ter tanto amor a ponto de poder perdoar a Deus!»

Etty Hillesum Diário, 1942

Em muitos episódios-chave da vida, não basta apenas um relato; é demasiado pouco. Para dizer o que aconteceu no dia em que somos conhecidos ou em que ouvimos chamar-nos pelo nome, uma única voz não basta. Temos de contar muitas vezes os momentos determinantes; temos de os contar a pessoas diferentes e, a cada uma, do seu modo. As coisas repetidas favorecem quem as conta e quem as ouve. Quando esta bio-diversidade falta, é negada ou é combatida, os nossos relatos empobrecem, o mistério da vida escapa-se-nos. A multiplicidade das histórias protege da ideologia, que se desenvolve quando é atribuído, a uma única narração, o crisma de verdade e a todas as outras o da heresia. Esta multiplicidade e variedade de relatos, geralmente, perturbam o homem moderno na busca de acordo nos dados históricos; mas, para o escritor bíblico, pelo contrário, é uma linguagem para mostrar a grandeza e a importância dos episódios que está a narrar. A não-avareza e a generosidade emergem também da abundância com que acompanha as suas histórias mais bonitas; como nas cartas de amor, onde os adjetivos se somam, para dizer um pouco o que não conseguimos dizer – a Bíblia é uma longa e única carta de amor dirigia a nós e que, frequentemente, permanece dentro do sobrescrito. A verdade é sinfónica, sempre.

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A unção das periferias

Maiores que a culpa / 6 – O entusiasmo profético acende-se na vida ordinária

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 25/02/2018

Piu grandi della colpa 06 c rid

«Os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão,
os vossos jovens terão visões
e os vossos anciãos terão sonhos»

Livro de Joel

A consagração de Saul, o primeiro rei de Israel, realiza-se, mais uma vez, dentro dos afazeres normais da vida. Saul afastou-se de casa à procura das jumentas perdidas, animais precisos para a economia do tempo. Durante esta normal missão de trabalho, o extraordinário irrompe na sua vida. Saul tinha saído de casa para ir trabalhar e voltou a casa ‘ungido do senhor’. Partiu procurando jumentas que não encontrou; encontrou, porém, uma vocação, uma missão, um destino que não procurava. Isto é um dos episódios maiores de serendipitismo, que não explica apenas porque sem ir pessoalmente à livraria nunca descobriremos os livros mais importantes que não procurávamos, que nos esperavam ali, ao lado dos menos importantes que procurávamos, mas que nos faz intuir algo da lógica profunda da vida espiritual. Os bens maiores da vida são os que não compramos, porque não estão à venda, os que não procuramos porque ainda não sabemos que existem, os que recebemos porque, simplesmente, somos amados.

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Os necessários guardas do quase

Maiores que a culpa / 5 – Reconhecer as encruzilhadas erradas da vida e reconciliar-se

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 18/02/2018

Piu grandi della colpa 05 rid

«Quero passar como uma tela
em que o olhar crucificado
extingue os ídolos»

Heleno OliveiraSe fosse verdadeira a noite

É muito comum que, para descrever a maior corrupção moral e espiritual, a Bíblia use palavras da economia. E fá-lo porque não há nada de mais espiritual e teológico que a economia, a política, o direito. A fé só fala com as palavras da vida. Então, não existem palavras mais verdadeiras para dizer a natureza e a qualidade da nossa vida espiritual que: salário, lucro, taxas, percentagem, aquisições, empresa. São as palavras mais teológicas e espirituais disponíveis ‘debaixo do sol’, que conferem verdade também às palavras da fé. Porque, se não sabemos dizer a espiritualidade com palavras da economia, do direito, da política, é muito provável que aquelas palavras espirituais sejam, de facto, orações aos ídolos, mesmo quando as pronunciamos, devotos, dentro dos templos, sinagogas, igrejas. A Bíblia e a sua verdadeira laicidade sabem isto muito bem – nós, hoje, sabemo-lo muito pouco, porque esquecemos a Bíblia e a laicidade.

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A civilização do dom homeopático

Maior que a culpa / 4 – Deus omnipotente e derrotado ensina a fé que muda tudo

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 11/02/2018

Piu grandi della colpa 04 rid«As mais belas poesias
escrevem-se nas pedras
com joelhos feridos
e as mentes aguçadas pelo mistério.
As mais belas poesias escrevem-se
diante de um altar vazio
cercado por agentes
da divina loucura.
Assim, louco criminoso como és
tu ditas versos à humanidade,
os versos do resgate
e as bíblicas profecias
e és irmão de Jonas»

Alda Merini, La Terra Santa

«Nessa altura, os Filisteus reuniram-se para combater contra Israel. Então Israel saiu ao encontro dos filisteus para lhes dar combate» (4, 1b). Depois da grandiosa e esplêndida noite da vocação de Samuel, muda o cenário e sobre Israel sopram ventos de guerra. Aparece um povo já conhecido de Israel, que o acompanhará e combaterá durante muitos séculos, os filisteus, um antigo povo dos mares que exerceu o domínio político e cultural sobre toda a região, associando-a ao seu nome (Palestina, Philistia: a terra dos filisteus). Muda a cena, talvez também a mão do narrador, mas permanecem alguns elementos de continuidade. Entre estes, Eli, os seus filhos e, sobretudo, a Arca.

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Viver é profissão maravilhosa

Maiores que a culpa / 3 – Pode-se permanecer justo quando débil. E escutar sem ter ouvido

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 04/02/2018

Piu grandi della colpa 03 rid«O Mestre disse:
“Quem faz da virtude
uma profissão
é a ruína da virtude”»

Os provérbios de Confúcio

Na terra existem muitas pessoas chamadas que respondem “eis-me aqui”, mesmo se não sabem reconhecer o autor da voz que os chama pelo nome. Ontem, hoje, sempre. Chamados por vozes interiores, diferentes e desconhecidas, que se erguem do amor e da dor do mundo. Nestas vocações, que acontecem todos os dias e em todos os âmbitos do humano, o que conta verdadeiramente é responder. Mas é maravilhoso quando, junto de nós, há um ‘Eli’ que, antes, nos devolve serenos à cama e, depois, nos revela o nome de quem continua a chamar-nos.

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Já cantores do ainda-não

Maiores que a culpa/ 2 – O dom dos filhos dados é a gramática da existência

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 28/01/2018

Piu grandi della colpa 02 rid«Dá-me de comer
dá-me de beber…
Fome é misterioso
chamamento
levanta e baixa aguenta deixa
seguro-te deixo-me.
Dá-me a água,
dá-me a mão
pois estamos
no mesmo mundo
.»

Chandra Livia Candiani, Dammi da mangiare  [Dá-me de comer]

Deus escutou e “recordou-se dela” (1 Samuel 1, 19), como se tinha recordado do seu povo escravo no Egipto, depois da primeira oração coletiva da Bíblia (Êxodo 2, 23). O Deus bíblico é um Deus que sabe escutar a todos, mas, sobretudo, as vítimas. Os ídolos são surdos e mudos porque estão mortos. YHWH está vivo porque tem um ‘ouvido’ e pode escutar e pode ser acordado do seu sono, despertado na sua desatenção, enquanto estamos no barco e há tempestade.

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A grande oração das mulheres

Maiores que a culpa / 1 – As palavras sem fôlego das vítimas valem mais que todas

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 21/01/2018

Piu grandi della colpa 01 rid«A Bíblia conhece o lamento. O lamento é um momento extremamente crítico na relação com Deus, enquanto Deus não console o homem e o homem não console Deus. Profecia e liturgia transportam os lamentos para a frente e para trás, entre o céu e a terra»

Paolo De Benedetti, La chiamata di Samuele e altre letture [A chamada de Samuel e outras leituras]

Começamos a leitura e o comentário dos dois livros de Samuel. E começa o tempo de uma alegria nova, a que, talvez, só o contacto interior com o imenso texto bíblico consegue, por vezes, dar. Sobretudo no início, no sábado da espera, naquela alegria matinal que inunda a alma, antes de saber se e quais palavras nascerão deste novo encontro com as palavras in-finitas da Bíblia. Antes de saber se e como seremos capazes de as tornar um discurso sobre o nosso tempo, sobre os nossos reinos, prantos, vocações, traições, orações.

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Os pobres anjos dos pobres

A aurora da meia-noite / 24 – Pesam mais as mutilações da alma que as do corpo

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 01/10/2017

171001 Geremia 24 crop rid«O dever para com o próximo não está confinado apenas aos que vivem ao nosso lado. A estabelecer uma ligação entre o samaritano e o israelita, são os próprios acontecimentos. Encontrando-se naquela situação, ele teve acesso a uma nova proximidade. No nosso mundo, são bem poucos os que não podemos julgar próximos de nós».

Amartya Sen, A ideia de justiça

A laicidade da Bíblia é algo muito sério, mas sempre muito longe da nossa vida de crentes e de “leigos”. O humanismo bíblico é, antes de mais, um discurso sobre a vida, sobre toda a vida, sobretudo a vida humana. A Bíblia fala muito de Deus, mas não nos fala apenas de Deus, porque nos fala, sobretudo, de nós. Porque nos diz que não há apenas Deus na vida: há a vida. O Deus bíblico sabe retrair-se, calar, para deixar espaço para nós. À nossa liberdade e à nossa responsabilidade. Não é um monopolista da nossa vida, não quer um culto contínuo e perpétuo – isto apenas o procuram e obtêm os ídolos. O Deus bíblico é um libertador; não nos liberta dos ídolos para nos subjugar a si – se o fizesse, seria um ídolo perfeito. Acelera processos, não ocupa espaços, nem sequer os sagrados, que frequenta pouco, porque ao templo prefere praça, a casa, a vinha. Mas, sobretudo, gosta de ver o que se passa debaixo do sol, seguir-nos com o olhar de esperança, no exercício pleno da nossa humanidade. Admira-se quando vê as nossas maldades, mas admira-se ainda mais perante a beleza das nossas ações, diante do espetáculo admirável da solidariedade e da fraternidade, sobretudo das solidariedades e fraternidades maravilhosas que começam no coração dos mais pobres e dos marginalizados.

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As areias movediças das ilusões

A aurora da meia-noite / 23 – Aceitar a verdade é reconciliação, não resignação

por Luigino Bruni

publicado em Avvenire em 24/09/2017

170917 Geremia 23 1 ridCassandra: «Erro ou acerto no alvo como um arqueiro? Ou talvez seja um falso profeta que bate às portas para vender conversa? Sê minha testemunha e jura que estou reconhecendo as vilanias desta casa, antigas pela fama! (…) Mais uma vez, a terrível canseira de adivinhar verdades me ferve dentro, perturbando-me os seus prelúdios dolorosos”».

Ésquilo, Agamémnon

Quando, na vida, cultivámos uma grande ilusão, a gestão da desilusão é sempre muito complicada e extremamente dolorosa. Porém, se o tempo da ilusão foi vivido com boa-fé e durante muitos anos, quando se sente chegar o possível dia da desilusão, quase sempre preferimos ficar iludidos. Porque chamar a ilusão pelo seu verdadeiro nome significa ter de pronunciar palavras muito dolorosas para as poder dizer até ao fim: fracasso, (auto)engano, imaturidade, manipulação. E talvez bastasse compreender que a desilusão é o único bom florescimento da ilusão e vivê-la como uma passagem abençoada para dar bons frutos e, depois, concluir, na verdade, a nossa viagem debaixo do sol. Na luta entre ilusão e desilusão – a trata-se de autêntica agonia, sobretudo nas pessoas justas e honestas – o êxito depende decididamente de quem está ao nosso lado, na arena.

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Cidade Nova e EdC

pessoas edc003A revista Cidade Nova tem agora uma página dedicada à Economia de Comunhão, com relatos de pessoas envolvidas com o projeto.

Artigos já publicados:

Escola interamericana reunirá jovens empreendedores - 10/2015
A Aurora de uma nova cultura
- 09/2015
Comunhão e a crise grega - 08/2015
John Nash e a EdC
- 07/2015
Dado empresarial e a prática dos valores da empresa
- 06/2015
Nairóbi, capital de uma nova economia
- 05/2015
EdC e a qualidade do produto
- 04/2015
O lucro não monetário
 - 03/2015
Confiança e análise de risco - 02/2015
Economia e humanismo - 01/2015

As parteiras do Egito

Logo Levatrici d Egitto rid modO comentário do Êxodo, dos editoriais de domingo no Avvenire, por Luigino Bruni

O trabalho das mãos - 21/12/2014
O véu do profeta
 - 14/12/2014
As costas e o rosto de Deus
- 07/12/2014
O peso das palavras comuns - 30/11/2014
O bezerro de ouro - 23/11/2014
O sétimo dia
- 16/11/2014
Palavras do Céu, palavras da terra
- 09/11/2014
O decálogo
- 02/11/2014
As palavras da terra
- 26/10/2014
Os familiares do profeta
- 19/10/2014
A gratuidade-manã
- 12/10/2014
A dança de Miriam
- 05/10/2014
Os muros do mar
- 28/09/2014
A libertação e os ídolos
- 21/09/2014
Pragas e impérios invisíveis
- 14/09/2014
Capatazes leais
- 07/09/2014
O céu e as pirâmides
- 31/08/2014
A vocação de Moisés - 24/08/2014
O grito-oração
- 17/08/2014
As parteiras do Egito
- 10/08/2014

A árvore da vida

Logo Albero della vita rid modO comentário sobre o Gênesis, através dos editoriais de domingo no Avvenire, por Luigino Bruni

A morte de Jacob - 03/08/2014
O filho reencontrado
- 27/07/2014
A reconciliação
- 20/07/2014
O perdão de José
- 13/07/2014
Vacas magras e vacas gordas
- 06/07/2014
A lealdade de José
- 29/06/2014
Judá e Tamar
- 22/06/2014
José, o sonhador
- 14/06/2014
A morte de Isaac - 08/06/2014
Dina, A Vingança e a Gratidão - 01/06/2014
Ferida e benção - 25/05/2014
A carestia de fundamento - 18/05/2014
O sonho e a vocação - 11/05/2014
Esaú e Jacob/Jacó - 04/05/2014
O 1º contrato - 27/04/2014
Isaac - 20/04/2014
Agar - 13/04/2014
Abraão - 06/04/2014 
Babel - 30/03/2014
Noé - 23/03/2014 
Caim e Abel - 16/03/2014 
A serpente - 09/03/2014
Troca de olhares - 02/03/2014 
Adam - 23/02/2014
A árvore da vida - 16/02/2014

O novo léxico do bom viver social


Logo nuovo lessico rid modAs "palavras" do Novo Léxico, dos editoriais dominicais em Avvenire por Luigino Bruni

Comunhão - 09/02/2014
Instituições
- 02/02/2014
Comunidade
- 26/01/2014
Tempo - 19-01-2014
Mansidão - 12/01/2014
Economia - 05/01/2014
Consumo - 29/12/2013 
Carismas - 22/12/2013 
Inovação - 15/12/2013 
Mercado - 08/12/2013
Bens comuns - 01/12/2013
Cooperação - 24/11/2013
Bens de experiência - 17/11/2013
Ponto crítico - 10/11/2013
Capitais - 03/11/2013
Pobreza - 27/10/2013
Bens relacionais - 20/10/2013
Bens  - 13/10/2013
Riqueza - 06/10/2013
Novo léxico - 29/09/2013

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Linhas para a gestão de uma empresa de EdC

Binari_rid_modA Economia de Comunhão propõe às organizações produtivas que fazem própria a sua mensagem e a sua cultura, as “Linhas para a gestão de uma empresa”, escritas à luz da vida e da reflexão de milhares de empresários e trabalhadores...
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A economia da partilha

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«Ao contrário da economia consumista,
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