Sergio Gironella: a pessoa no centro

Sergio Gironella deixou-nos domingo, dia 13 de fevereiro. Era sócio fundador da cooperativa EdC “Il Sentiero Servizi”, em Macerata.

Sergio Gironella: a pessoa no centro

Sergio_Gironella_ridSergio Gironella, 47 anos e 4 filhos, deixou-nos no domingo passado, devido ao agravamento inesperado da sua doença”. Quem o diz é Romano Ruffini que, em 1994, o tinha envolvido na aventura da EdC. “Naquele ano tinha falado ao Sergio da Economia de Comunhão e ele, que pertencia ao Movimento Neocatecumenal, tinha ficado fascinado pela mensagem de Chiara, a tal ponto que decidiu despedir-se da sociedade onde trabalhava, para fundar juntamente comigo a cooperativa “Il Sentiero Servizi”, em Macerata. É preciso dizer que, na altura, não havia nenhuma perspectiva concreta e aquele passo foi um verdadeiro salto no escuro”.

Na cooperativa, que se ocupa de serviços informáticos e telemáticos, e que tem como missão “integrar diversas tipologias de sistemas informático-telemáticos”, o Sergio era o responsável técnico, enquanto o Romano se ocupou sempre dos aspectos administrativos, organizativos e comerciais. “Juntos, fizemos um caminho, que por vezes foi difícil, como por exemplo depois de 2008, quando a crise levou ao encerramento de muitíssimas empresas na região das Marcas (Itália), o que se ressentiu consequentemente no nosso trabalho; ou todas as vezes em que o facto de querermos ser fiéis aos princípios da EdC nos punha em aparente desvantagem relativamente aos concorrentes, que agiam sem muitos escrúpulos”.

Continua Romano Ruffini: “O Sergio impressionou-me sempre pela sua disponibilidade para discutir de novo e para rever as suas posições, que normalmente eram muito fortes, de modo a ir ao encontro do melhor interesse dos clientes. Um exemplo: a escolha, nada fácil para nós, de utilizar, no nosso trabalho, instrumentos open-source. Implementar os nossos serviços com programas gratuitos, claro que trouxe vantagens para os nossos clientes, porque assim gastam menos. No entanto, a nossa sociedade evidentemente que viu uma diminuição de entradas, mas no fim gera-se inovação porque o resultado de tudo isto são computadores mais económicos que permitem prestações mais avançadas e, por isso, está-se do lado dos clientes”. Conclui ainda Romano: “O Sergio foi sempre fiel à ética a que nos propusemos desde o inicio e nunca quis condescender a compromissos, por exemplo, diante da concorrência desleal de quem não certificava os trabalhos ou operava no mercado de forma fiscalmente ilegal para praticar preços mais baixos. A sua receita para vencer a concorrência desleal era apostar na qualidade”.

Daquilo que o Romano conta do Sergio, emerge um homem que, na sua prática quotidiana, pôs realmente sempre a pessoa no centro. Um verdadeiro testemunho da EdC. Obrigado Sergio!

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