Artigos publicados 
Città Nuova, periodico quindicinale d'opinione, iniziato nel '56.
E' espressione del Movimento dei Focolari, del quale riporta temi di attualità nel campo, sociale, culturale e economico.
Riportiamo qui gli ultimi articoli pubblicati correlati con il progetto di EdC:
por Luigino Bruni*
publicado em Cidade Nova, 05/2012
Enquanto na sociedade industrial não havia alternativa senão ser produtor nas horas de trabalho e ser consumidor no tempo livre, na sociedade pós-industrial está surgindo uma outra categoria de pessoas, a dos produtores-consumidores, os chamados prossumidores, que autoproduzem parte do próprio consumo. Trata-se de uma tendência que se manifesta com uma variedade de indícios convergentes. Quando alguém saca dinheiro do caixa eletrônico, torna-se bancário part-time; quando se serve num supermer-cado, torna-se parcialmente comerciante; quando compra uma passagem pela internet, torna-se temporariamente agente de viagem etc.
por Luigino Bruni*
publicado em Cidade Nova, 09/2011
O atual cenário de crise financeira internacional deve levar-nos a refletir profundamente sobre a excessiva contração de dívidas do sistema capitalista. Em 2009, o que a grande operação norte-americana de salvamento dos bancos fez, essencialmente, foi transferir a dívida do setor privado para o setor público, sem resolver as verdadeiras causas do problema que se encontram no progressivo empobrecimento e endividamento da classe média mundial.
por Luigino Bruni
publicado em Cidade Nova, 09/2011
Fui convidado para jantar. Levei uma sobremesa para os meus anfitriões e a pessoa que me recebeu disse: “Obrigado”. Tomei um café na estação do metrô e, depois de pagar, disse: “Muito obrigado” a quem me atendeu. Dois agradecimentos em situações que, à primeira vista, parecem muito diferentes: a primeira é caracterizada por uma relação de dom e amizade e a segunda, pelo anonimato. Entretanto, nos dois casos, usamos a mesma palavra: “obrigado”. Por quê? Qual é o ponto em comum entre esses dois fatos?
por José Antônio Faro
publicado em Cidade Nova, 08/2011
Durante os dias da assembleia e da jornada, na cidade de Vargem Grande Paulista e de São Paulo, respectivamente, que relembraram os 20 anos de vida do projeto Economia de Comunhão (EdC), uma das presenças mais marcantes foi a da comitiva africana. Não somente pela beleza da indumentária característica, colorida e vivaz, que comunicava toda a vitalidade e a força dos povos africanos, mas também pela contribuição de ideias e experiências que permearam todos os debates e consequentes decisões tomadas nos dois eventos. Uma contribuição que, inclusive, havia sido amadurecida e refinada num congresso preparatório para as comemorações dos 20 anos de EdC, realizado dois meses antes, em Nairóbi, capital do Quênia: o Congresso Panafricano de Economia de Comunhão.
por Fernanda Pompermayer
publicado em Cidade Nova, 07/2011
As mensagens que chegam de diversas partes do mundo confirmam: a comemoração dos 20 anos da Economia de Comunhão (EdC) foi uma festa. Festa no sentido mais amplo e mais profundo da palavra: manifestação de júbilo, satisfação, alegria pela existência de um projeto da magnitude deste, lançado por Chiara Lubich, no Brasil, em maio de 1991. Mas o evento foi também um momento de retomada do ardor e do impulso do projeto, que nasceu para contribuir para a superação da pobreza.
por José Antônio Faro
publicado em Cidade Nova, 05/2011
O projeto Economia de Comunhão (EdC), ao qual dedicamos a matéria de capa (1 e 2)desta edição, completa 20 anos de existência neste mês. Uma data para celebrar, seja pelos resultados seja, sobretudo, pelo fato de o “projeto estar vivo e crescer na história de hoje”, conforme declarou o principal estudioso da EdC, Luigino Bruni, entrevistado desta edição. Para ele, a experiência de que “as empresas resistam, que haja entusiasmo e que exista uma corrente de pensamento em torno da EdC” é o resultado mais importante desses anos de história. De fato, num contexto de globalização econômica acelerada, de crise do mercado e de intensa competitividade, as empresas da EdC tiveram de enfrentar grandes desafios para sobreviver e para manter os seus objetivos.
por Daniel Fassa
publicado em Cidade Nova, 05/2011
Cidade Nova: Neste mês, a Economia de Comunhão completa 20 anos de vida. Quais são os principais resultados sociais, econômicos e culturais do projeto?
O principal resultado é que ainda estamos vivos e seguimos adiante, porque 20 anos é muito e haveria todos os motivos do mundo para simplesmente dizer “esse é um projeto que não funcionou” e desistir, porque a economia é complexa, a realidade mudou muito em 20 anos. Tivemos crises, a globalização se acelerou… Portanto, o fato de que ainda sigamos adiante, que as empresas resistam, que haja entusiasmo e que exista uma corrente de pensamento em torno da EdC parece-me o principal resultado. O projeto está vivo e cresce na história de hoje.
por Daniel Fassa e Thiago Borges
publicado em Cidade Nova, 05/2011
Paquistão, Uruguai, Eslovênia, Madagascar, Tailândia, Alemanha… é extensa e diversificada a lista de países em que estão presentes empresas que aderiram ao projeto Economia de Comunhão ao longo de seus 20 anos de vida, completados neste mês de maio. Sinal de que era universal a intuição que Chiara Lubich teve em um contexto muito específico: a rica-pobre São Paulo, com suas evidentes desigualdades. Como não se impressionar com a “coroa de espinhos” que as intermináveis favelas formavam em torno de uma metrópole pródiga de imponentes arranha-céus? Era urgente um modo novo de encarar a economia que aproximasse lucros e promoção humana e se fundamentasse em uma cultura da partilha.
por Luigino Bruni
publicado em Cidade Nova, 01/2011O debate público dos últimos anos sobre o trabalho, o desemprego e a crise econômica criou uma excelente oportunidade para refletir mais profundamente sobre a natureza da empresa e do lucro. A forma que a economia de mercado assumiu nos últimos dois séculos, o capitalismo, deve evoluir, transformando-se em outra coisa. Algo que salve todo o patrimônio de civilização e de liberdade que esse sistema econômico contém, mas que, ao mesmo tempo, consinta que 8 bilhões de pessoas possam desenvolver a própria humanidade.
Uma das coisas mais graves da crise financeira dos últimos dois anos foi a vulgaridade (não encontro uma palavra melhor para exprimir o que aconteceu) com a qual bancos e agências de seguro - salvos com dinheiro público - recomeçaram, a partir dos primeiros meses de 2009, a distribuir salários e bônus milionários aos seus diretores.
por Marcello Riella Benites
Cidade Nova, 10/2010
Imagine se você tivesse o sonho de comprar uma motocicleta, mas só pudesse realizá-lo depois de muito esforço e, após pagar a primeira de 36 prestações, tivesse sua moto roubada? Foi o que aconteceu com Jean Jorge Günter, um funcionário da Metalsul, empresa de Joinville (SC), que fabrica ferramentas e tem cerca de 2.500 clientes cadastrados. Sensibilizados, seus colegas se organizaram para pagar as prestações restantes de modo que o operário pudesse comprar outra moto. Jean Jorge afirmou ter experimentado mais de uma vez esse espírito de “empresa-comunidade” existente na Metalsul. “Eu gosto bastante de trabalhar aqui, seja pela proximidade que a gente tem com os diretores da empresa, seja pela própria comunhão que a gente vive com os demais funcionários”, afirma.
Le site officiel de l'ÉdeC est en ligne:
economie-de-communion.fr
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