por Luigino Bruni
publicado em Avvenire dia 19/05/2013

Não era só culpa da finança. Os spread e as bolsas melhoraram, mas a nossa crise em vez de acabar está a mostrar a sua verdadeira dura natureza: o desemprego e, sobretudo, a ausência de trabalho para os jovens. Damo-nos conta de que a finança especulativa só acelerou e agravou a doença de um sistema económico italiano e da Europa do Sul que desde há algumas décadas já estava em apuros.
por Carolina Carbonell
Um fim de semana de diálogo aberto e reflexão para uma compreensão sempre mais profun
da de como levar para frente as empresas com base no paradigma da comunhão. Estiveram presentes naqueles últimos dias de abril, dedicados ao XXXI Encontro de Economia de Comunhão realizado na Mariápolis Lia – O’Higgins (Buenos Aires) , cerca de cem pessoas entre empresários, trabalhadores, pesquisadores e interessados na EdC. Também contamos com representantes do México com Esperanza e Gustavo, do Paraguai, com um grupo de quinze pessoas e do Uruguai. Muitos, obviamente, eram os argentinos das várias regiões.
por Sibilla van Haastrecht
Realizou-se em Estocolmo, em 25 de abril, o evento intitulado: Por uma economia a serviço do bem da sociedade organizado por Justitia et Pax, com a participação de 27 pessoas interessadas, por diversos motivos, no assunto. Após um primeiro momento com o Sr. Madeleine Fredell OP (secretaria geral de Justiça e Paz - Suécia) que apresentou a encíclica Pacem in Terris (1963) descrevendo a situação atual, P. Henrik Alberis OP (secretário geral de Justiça e Paz - Europa) falou sobre três documentos da Igreja relacionados à economia, publicados logo após a encíclica Caritas in Veritate (2009).
por Luigino Bruni
publicado em Avvenire dia 05/05/2013
Impressiona ver a quantidade de salas de cinema que se fecham nestes tempos de crise. O encerramento de uma sala não é só o fim de uma empresa. O cinema é também o ícone de um uso relacional do tempo que hoje encontra cada vez menos lugar numa sociedade onde o consumo está a assumir cada vez mais os contornos do indivíduo só e solitário. É a lei do mercado, dir-se-á. De um certo mercado anónimo, seria necessário acrescentar, que preenche com as suas mercadorias aquelas solidões que ele mesmo cria.
por Isaias Hernando
Sem fazer muito barulho, a Economia de Comunhão ultrapassou confins geográficos, culturais e políticos. Há alguns anos, a sua semente foi plantada também em Cuba e hoje se vêem os primeiros frutos. Entrevista ao jovem economista cubano Ernesto Antonio Figueredo Castellanos, autor da primeira tese sobre EdC na ilha caribenha. Ernesto é pesquisador no Centro de Pesquisas Ambientais de Camagüey (CIMAC), especialista em economia ambiental, desenvolvimento sustentável e economia social e solidária.
Le site officiel de l'ÉdeC est en ligne:
economie-de-communion.fr
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