Wig - Wirtschaft in Gemeinschaft - ein neuer Stil wirtschaftlichen Handelns

Um dos problemas que existe no continente "é a dependência aos sistemas económicos mundiais"

Bispo sugere economia de comunhão para o combate à pobreza em África

 publicado em angolapress dia 26/05/2011

 
logo_angolapressLuena - O bispo da diocese do Luena, dom Jesus Tirso Blanco, sugeriu hoje, no Luena, aos países africanos a adoptarem um sistema de economia de comunhão, baseado na distribuição equitativa das receitas à população.
 
Para o prelado católico, que falava à Angop, em perspectiva de uma África futura, este sistema de economia minimiza e acelera o combate à pobreza no continente.
 

 

Segundo o bispo, aliada a esta política deve, igualmente, existir um permanente intercâmbio entre as regiões africanas mais avançadas e as menos desenvolvidas, para a troca de experiências, através de conferências entre peritos na matéria económica.
 
Apontou que um dos problemas que existe no continente e um pouco por todo mundo "é a dependência aos sistemas económicos mundiais e adesão, por vezes, à crítica de sistemas económicos".
 
Na sua opinião, o abandono da economia planificada para de mercado trouxe algumas consequências, por falta de precauções para evitar a pobreza generalizada e o enriquecimento ilícito ou desmesurado de um número reduzido de cidadãos.
 
"É visível em África a forma como alguns cidadãos enriquecem e outros empobrecem", Disse. "Alguns têm meios como telefone, motorizada, enfim, recursos insuficientes para viver, porque encontram-se sempre numa situação de "stress" e angústia económica, de incerteza em relação ao dia de amanhã que não é saudável", alertou.
 
Disse ser necessário a promoção de mais postos de emprego, a formação técnico-profissional, a erradicação total do analfabetismo, embora reconheça existir esforços voltadas neste sentido, para que os próprios africanos sejam os donos de destino do continente berço da humanidade.
 
Em seu ver, os países em via de desenvolvimento devem ser prudentes quando automatizam as fábricas, para se banir das consequências da redução drástica do pessoal que é empregado, porque quando isto acontece suprime-se os mercados informais sem criar alternativas de auto sustento destes cidadãos.
 
Na análise de dom Tirso, o verdadeiro progresso é quando cada cidadão encontra no seu país oportunidade de dar

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