Desponta segunda geração de empresários na Escola Interamericana de EdC

por Ana Cassiópia e Regina da Luz Vieira

151030 Ginetta Scuola Interamericana01A Escola Interamericana de Jovens de Economia de Comunhão (EdC), na Mariápolis Ginetta, no Brasil (SP) encerrou com chave de ouro suas atividades na sexta-feira, 30/10. Motivados pelo vídeo de Chiara Lubich sobre o nascimento da Economia de Comunhão na Liberdade, os 50 alunos provenientes do Paraguai, Argentina, México, Guatemala, Cuba, Colômbia, Bolívia e Brasil deram seu sim ao empreendedorismo e às atividades empresariais de EdC, fazendo despontar a segunda geração de empresários para as diversas nações. Este ato foi acompanhado de perto por outros dez empresários com experiência consolidada em seus negócios.
Com a finalidade de auxiliar os futuros e jovens empresários na concretização de seus sonhos e para viabilizar, em seus diversos aspectos, as empresas de EdC ainda no nascedouro, cada participante será acompanhado e apadrinhado por um empresário, propiciando assim uma verdadeira experiência de comunhão.

A proposta lançada e acolhida de imediato iluminou o rosto dos participantes que se sentiram151030 Ginetta Scuola Interamericana02 confiantes para trilharem o novo caminho. Finalizando os trabalhos no auditório, cada estudante recebeu das mãos de seu padrinho, o certificado de participação na escola.
Encerrando a escola, a integrante da Comissão Internacional de EdC, professora Anouk Grevin, disse que na preparação e organização já havia a expectativa de que esta escola oferecesse pistas na direção a ser adotada, funcionando como um laboratório a serviço da EdC no mundo. “Podemos dizer que este sucesso, no entanto, foi inesperado, mas ao mesmo tempo, não podia ser de outro modo, uma vez que esta escola se realizou no local onde Chiara lançou a EdC e onde falou ao vivo na gravação exibida nesta manhã”.

Anouk acrescentou também que há algum tempo e, desde os cursos na África, já se sentia essa necessidade de gerar futuras empresas capazes de criar novos postos de trabalho e, portanto, novos empregos dentro dos princípios da EdC. A experiência ora concretizada no Brasil deverá se repetir em 2016 na escola de Loppiano e na África em 2017.

Desigualdade, pobreza e riqueza

151030 Ginetta Scuola Interamericana03Tivemos nesta escola a oportunidade de painéis com colaboradores e parceiros, a exemplo de Telma Rocha, da Fundação Avina, membros da Associação Nacional por uma Economia de Comunhão no Brasil (Anpecom) e da Comissão Internacional de EdC discorreram sobre temas como inclusão, pobreza, reciprocidade, novos movimentos por novas formas de economia, dentre outros temas atuais.

Questionada sobre o modo de atuar a reciprocidade, Telma Rocha disse: “Devemos evitar a polarização entre o bem e o mal. Nós somos seres humanos e cometemos erros, mas também fazemos as coisas acontecerem!

Além disso, a Anpecom anunciou o Programa de Fortalecimento de Negócios Inclusivos e de Comunhão que beneficiará empresas que, ao mesmo tempo em que dão retorno financeiro, geram impacto social positivo. As regras deste programa foram apresentadas, de modo sintético, pela gerente de Projetos da Anpecom, Maria Clézia Pinto (Dima), que disse: “apoiaremos pequenas empresas inclusivas que atuem em situação de vulnerabilidade social, ofereçam produtos ou serviços para as classes C, D e E, cujas áreas sejam alimentação, educação, saúde, habitação e ainda aquelas iniciativas que ofereçam oportunidades de desenvolvimento humano e social”. Trata-se de um novo prograna inspirado em outras iniciativas ao redor do mundo, os quais oferecem condições de financiamento e benefícios vinculados à aderência às linhas gerais da EdC.

Após a explanação dos temas houve oportunidade para os alunos esclarecerem suas dúvidas151030 Ginetta Scuola Interamericana05 a respeito da exposição, levantando ainda outras questões como crise e desconstrução social, degenerações do capitalismo, escolhas de empresários a respeito da destinação dos bens e do lucro, ética nos relacionamentos e cenários de oportunidades.

Como parte ainda das atividades diárias, os estudantes, colaboradores e expositores conviveram livremente em programas noturnos culturais que incluíram representações teatrais, dança, perfomance artística e concerto de violino clássico, gerando interessantes e proveitosas trocas entre todos, inclusive junto aos habitantes da Mariápolis.

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