publicações noticiário EdC

noticiários Edc

notiziario EdCnoticiário EdC

Economia de Comunhão
uma nova cultura
revista dirigida por Alberto Ferrucci

Periódico quadrimestral que surgiu para unir todos os que aderem ao projeto de Chiara Lubich para uma economia de comunhão na liberdade.

Edc34_cover_it_rid_modUma economia para pessoas que se realizam na relacionalidade, em vez de no egoísmo racional, baseada – mais do que numa luta para prevalecer – num “compromisso de crescerem juntas”, arriscando recursos econômicos, criatividade e talentos, para partilhar a cultura do dar do Evangelho.

Cultura do dar que se mostra cada vez mais fundamental para orientar a humanidade no século XX, à procura de novos caminhos para enfrentar o desafio ambiental e evitar novas atrocidades entre os homens causadas pela globalização da economia.

EdC n. 34 baixe o noticiário (italiano) em formato de impressão

veja também: documenti PDF/notiziario EdC (arquivos PDF, n°20 até hoje)

Uma compilação dos artigos mais importantes dos primeiros 10 anos e 20 edições do Noticiário “Economia de Comunhão - Uma nova cultura" (desde 1994 a 2004) constitui o No. 1  de “Cadernos de Economia de Comunhãoiconjá disponível online.


Diante da perspectiva de partilhar não somente os lucros, mas também os seus talentos, alguns empresários colocaram à disposição os próprios recursos para fazer nascer empresas EdC em outros  Paises e, para dar o início, o suporte financeiro de fundações.

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.34 - Encarte da revista Città Nuova n.23 - 2011 - dezembro de 2011

por Alberto Ferrucci
Alberto_FerrucciQuando jovens de várias nações leram a “Mensagem ao mundo” aos 1600 entre empresários e pesquisadores de 43 nações, reunidos no Memorial da América Latina em São Paulo, no Brasil, ficou evidente a determinação das novas gerações em contribuir pessoalmente para colocar em prática e difundir a cultura de comunhão do projeto EdC. Todos nós, que há anos trabalhamos no projeto, vimos quão preciosa é a busca de um salto de qualidade urgente, de uma nova estratégia para a difusão da cultura de comunhão no mundo para o qual ela nos foi dada.

Até hoje os recursos humanos e financeiros disponíveis muitas vezes foram para criar polos produtivos, para o resgate dos pobres e para a formação de homens novos, mais ainda no âmbito de quantos se sentiram chamados a aderir, principalmente próximos ao Movimento dos Focolares. Nestes anos, os nossos pesquisadores traçaram, das experiências dos que procuravam praticar esta cultura, as reflexões necessárias para elaborar fundamentos teóricos e os jovens, com suas teses, difundiram nas universidades, ativando assim um diálogo com o mundo acadêmico da economia e do desenvolvimento.


Latino-americanas, mulheres, empresárias. Duas contribuições eficazes de quem vive a cultura da comunhão na administração.

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.34 - Encarte da revista Città Nuova n.23 - 2011 - dezembro de 2011

Líder e profeta

Gruppo_Colombia_ridEm São Paulo, mesmo se eu estava tocada pela atmosfera sobrenatural entre muitas pessoas de todas as partes do mundo, no início não conseguia entender a real novidade da EdC. Concordo, ela propõe dividir os lucros em três partes – uma para os pobres, uma para a formação e uma para reinvestir na empresa –, todas propostas já presentes no comércio equo, na responsabilidade social, na formação contínua e nas obras sociais de muitas empreas: qual, então, a novidade?

Entendi depois do primeiro dia. A novidade está na única resposta da EdC a toda pergunta do empresário: «Para amar»; mas como viver esse “amar” trabalhando numa economia voltada ao ter?
Naqueles dias compreendi que eu deveria praticar esse “amor” antes de tudo na minha vida de empresária, ficando numa contemplação permanente – isso mesmo: contemplação – fazendo com que Ele habite em mim por todos os meios, como a Eucaristia.


O primeiro galpão do condomínio industrial está funcionando novamente, para produzir uma linha de qualidade.

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.34 - Encarte da revista Città Nuova n.23 - 2011 - dezembro de 2011

por Roseli Tortelli

Roseli_ridO dia 07 de outubro de 2011 é uma data importante para a nossa família, a realização de um sonho: ter algo “nosso”. A empresa nasceu em 1990 quando o Armando começou uma representação comercial de produtos para nutrição enteral, crescendo nos anos seguintes nesse ramo e também no ramo farmacêutico. Em 2004 o nosso filho mais velho, totalmente envolvido na direção da empresa, tinha manifestado o desejo de “criar” alguma coisa que fosse da família Tortelli e a idéia fluía para os produtos nutricionais, um setor ainda pouco explorado no Brasil. Partimos com um projeto de pesquisa com 14 produtos, que durou três anos e foi conduzido por uma equipe de três nutricionistas muito competentes. Tal pesquisa se desenvolveu nos laboratórios da Pontifícia Universidade Católica (PUC-PR), graças ao prof. Álvaro Cesar Camargo do Amarante que, tinha acabado de voltar da França com uma bagagem enorme de experiência nesse campo, escancarou-nos as portas.

Em julho de 2007, inauguramos no Polo Spartaco com Gabriel, nosso segundo filho, e Ana Paula Celes (respectivamente na administração e na direção), a Prodiet Nutrizione Clinica que, mesmo já possuindo a nossa marca, ainda terceirizava a produção. Desde então, num notável trabalho de equipe, nos empenhamos para encontrar as melhores condições (conforme as exigências da Anvisa – Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para fabricar os nossos produtos e assim, completar todo o processo.


Muito mais do que uma convenção tradicional, os quatro dias de laboratório reuniram empresários, professores e especialistas. Uma contribuição específica por parte dos jovens.

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.34 - Encarte da revista Città Nuova n.23 - 2011 - dezembro de 2011

por Ivan Vitali

Ivan_Vitali_ridSe alguém tivesse vindo para a LoppianoLab nos dias 15 a 18 de setembro com a expectativa de participar de uma convenção “normal” ou tivesse expectativas até mais ambiciosas, não teria voltado para casa desiludido: teria, de fato, encontrado um programa rico, palestrantes e provessores de prestígio, empresários com experiências e histórias interessantes para contar, momentos artísticos e testemunhos de alto valor, hospitalidade e organização sempre à altura da situação.

Mas não se tratou de uma convenção normal. Para quem não pode estar presente, acredito que não seja possível replicar o valor e as sensações suscitadas em quem participou, nem mesmo colocando a disposição os vídeos de todas as palestras, de todas as explanações, de todos os dias.


Uma sondagem entre empresários oferece resultados relevates e indica perspectivas inéditas.

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.34 - Encarte da revista Città Nuova n.23 - 2011 - dezembro de 2011

por Simona Di Ciaccio

Simona_Di_Ciaccio_ridUm questionário distribuído por ocasião da assembleia dos 20 anos da EdC, trouxe resultados interessantes e, em parte, inesperados. Das 319 pessoas que responderam, cerca de 60 por cento são da América do Sul. e 30 por cento europeus, quase 50 por cento mulheres e 44 por cento empresários.

Segundo os protagonistas da EdC, a «fraternidade» é o valor que expressa melhor a identidade do projeto, mais do que a «reciprocidade», «gratuidade» e «responsabilidade social».

Entre os motivos que incentivam os empresários a aderir a EdC – «contribuir para a fraternidade universal» é o fator decisivo. Estão convencidos disso 54 por cento de todos os entrevistados e 56 por cento dos empresários.

Quando se pergunta qual é o objetivo da EdC, 74,5 por cento dos empresários europeus respondem: «Inserir a fraternidade nas relações econômicas» e não somente «aumentar a comunhão dos bens dentro do movimento» e nem mesmo «reduzir as desigualdades de rendas numa esfera mais ampla». E finalmente: a fraternidade não motiva somente o risco das decisões do empresário, mas é o valor que orienta a sua criatividade na realização de um «novo humanismo, baseado na fraternidade».


Mais nove teses Edc

por Antonella Ferrucci

n28_pag._11_antonella_ferruccide "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.34 - Encarte da revista Città Nuova n.23 - 2011 - dezembro de 2011

São nove as teses que chegaram para os nossos arquivos nos últimos meses: quatro como TCC ou monografia e cinco de mestrado ou pós-graduação. Todas as teses foram defendidas em universidades italianas, com uma predominância no Sul (cinco teses das nove) e feitas por estudantes mulheres (sete das nove). Foram duas as teses defendidas no Instituto universitário Sophia de Loppiano, por uma estudante chilena e por uma coreana.


A Economia de Comunhão pode oferecer um futuro sustentável à humanidade, baseado na consciência que existe no homem a exigência de uma plenitude que se alcança somente com a superação do egoismo para construir relações fraternas.

Os primeiros vinte anos de uma "terceira via"

por Alberto Ferrucci

 de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.33 - Encarte da revista Città Nuova n.13/14 - 2011 - julho 2011

Alberto_FerrucciEm 1991, Chiara Lubich ainda no avião que se preparava para aterrissar em São Paulo, olhando o tapete de favelas ao redor da floresta de arranha-céus, naquele período em que após a queda do muro de Berlin triunfava a ideologia do consumismo, sentiu que deveria pedir a Deus, na certeza da potência da oração, uma "terceira via", que pudesse oferecer, sobre as ruínas do marxismo e sobre as injustiças da economia de mercado sem regras, um futuro sustentável à humanidade do terceiro milênio. Uma "terceira via" baseada na consciência que o ser humano não se move unicamente pelo interesse pessoal e que do fundo da sua alma nasce a exigência de uma plenitude que pode ser alcançada somente com a superação do próprio egoísmo para construir relações fraternas.

Confiando em Deus e na sua generosidade particular e capacidade de sonhar do povo brasileiro, vinte anos atrás, ela lançou a Economia de Comunhão, um agir econômico que aplica também na terra a lógica do céu, o amor recíproco.


A atração dos tempos modernos

 de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.33 - Encarte da revista Città Nuova n.13/14 - 2011 - julho 2011

«Eis a grande atração
dos tempos modernos;
atingir a mais alta contemplação
e manter-se misturado com todos,
lado a lado com os homens.
Diria mais: perder-se no meio da multidão,
para impregná-la do divino, como se ensopa
um naco de pão no vinho.

Diria mais:
partícipes dos desígnios de Deus
sobre a humanidade,
traçar sobre a multidão recamos de luz
e, ao mesmo tempo, dividir com o próximo
a injúria, a fome, os golpes, as alegrias fugazes.
Porque a atração do nosso, como de todos os tempos
é o que de mais humano e mais divino
se possa pensar: Jesus e Maria,
o Verbo de Deus, filho de um carpinteiro;
a Sede da Sabedoria, mãe de família».

Chiara Lubich (Meditações)


Mensagem dos jovens “De São Paulo para o mundo”

A economia de 2031 seja de comunhão

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.33 - Encarte da revista Città Nuova n.13/14 - 2011 - julho 2011

Giovani

Ao final da Assembleia 2011 da Economia de Comunhão na liberdade, os jovens que dela participaram deixaram uma mensagem de São Paulo para o mundo, a todos aqueles que se comprometem em viver por um sistema econômico mais justo e solidário.

Nós acreditamos que a economia e as empresas devem assumir, ao lado dos princípios da liberdade e da igualdade, também o princípio da fraternidade. Dessa forma, a economia dará a sua contribuição para que se realize plenamente a dignidade da pessoa humana e a dignidade de cada povo. Consequentemente, será possível dar sentido à própria vida e ao desejo de felicidade escondido no coração de cada mulher e de cada homem;


Desenvolvimento e pobreza a partir da perspectiva africana

por Paolo Lòriga

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.33 - Encarte da revista Città Nuova n.13/14 - 2011 - julho 2011

PaoloLorigaA lição, também dessa vez, chegou da África. De forma sutil, naturalmente, mas que nos deixa sempre, nós ocidentais, consternados e envergonhados porque as categorias culturais são relativizadas e os conceitos considerados definitivos e partilhados. Como por exemplo, desenvolvimento e pobreza. E justamente sobre esses dois assuntos foi uma mulher a falar, Genevieve Sanze, especialista em economia da República Centroafricana. Na rica reflexão que se desenvolveu durante a Assembleia internacional de Economia de Comunhão, que se realizou na Mariápolis Ginetta, perto de São Paulo, de 25 a 28 de maio desse ano. 

«A distinção herdada da oposição entre os termos “civilizado” e “não civilizado”  baseou-se num pressuposto do Ocidente como modelo de referência», inicia, indicando logo um dos pecados originais da abordagem cultural ao fenômeno da pobreza. Desde então, a teoria do sub-desenvolvimento cononheceu um grande sucesso e os próprios países sub-desenvolvidos aderiram a tal visão, exigindo portanto, os meios para poderem se desenvolver.


de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.34 - Encarte da revista Città Nuova n.23 - 2011 - dezembro de 2011

por Luigino Bruni

100917_Bruni_ridAcabamos de encerrar o ano EdC 2010-2011 e temos que reconhecer, com gratidão, que os frutos foram  abundantes. Um deles é muito eloquente e significativo: os lucros das empresas EdC aumentaram em 7,6%, chegando um valor aproximado de 770 mil euros, um total que obviamente não inclui as várias doações e partilhas de lucros que as empresas EdC fazem constantemente no quotidiano.

Este é um resultado muito positivo, considerando a crise econômica que atinge todos, e não posso não exprimir um sincero e profundo obrigado a todos os atores da EdC, este anos de maneira toda nova e particular aos empresários, pela fidelidade, a constância, em alguns casos de heroísmo que está por trás de cada lucro doado, e talvez mais ainda daqueles não doados porque de repene a empresa passa por dificuldades ou está com déficit. Certamente, não basta doar os lucros para que não exista «mais nenhum necessitado»: é preciso muito mais. Mas sem esses lucros doados a EdC não existiria, ou pelo menos não seria credível e nem imitável.


Primeiro as Filipinas, depois Tailândia, Singapura, Coreia do Sul e Taiwan. Assim a difusão inicial no Extremo Oriente.

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.34 - Encarte da revista Città Nuova n.23 - 2011 - dezembro de 2011

por Teresa Ganzon

N32_pag._12_Teresa_Ganzon_2_webEm maio de 2011 completaram-se os vinte anos do lançamento, no Brasil, por Chiara Lubich, da Economia de Comunhão. O grande desafio de Chiara às empresas – colocar-se a serviço das pessoas necessitadas – foi difundido no mundo todo e chegou também na Ásia depois de poucos meses, por meio da gravação em vídeo do seu ato de fundação.

Desde então, a EdC se desenvolveu, afundando raizes primeiramente nas Filipinas, graças à resposta de profissionais, pensionistas e empresários, impulsionados pelo desejo de realizar um sistema econômico diferente, no qual o homem não seja somente um fator de produção, mas seja colocado no centro da atividade.

Nasceram vários tipos de empresas: do simples trabalho com crochê, que dava emprego a uma pessoa a lojinha que sustentava um casal, a uma empresa de consultoria empresarial, que começava sua atividade com um escritório em cima da garagem; outras empresas já existentes aderiram, como por exemplo uma pequena instituição financeira rural com vinte e cinco pessoas e uma empresa de distribuição.


Congo e Quênia, Burundi e Costa do Marfim, Camarões e Angola: multiplicam-se as iniciativas ligadas à EdC.

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.34 - Encarte da revista Città Nuova n.23 - 2011 - dezembro de 2011

por Genevieve A. M. Sanze

110527_Ginetta_Genevieve01_ridSe alguém tinha dúvida que a Economia de Comunhão era adequada aos países de cultura africana, ela foi dissipada pelo resultado do Congresso Pan-africano de Nairobi 2011, no qual participaram empresários, estudantes e pesquisadores de 11 nações da África Sub-Sahariana. Foram precisamente os empresários e os jovens que sentiram a proposta EdC particularmente apropriada a eles: empenharam-se logo em fazer nascer pequenas atividades para amenizar os sofrimentos de suas comunidades e realizar a comunhão na África e no mundo.

No Quênia, uma jovem logo começou uma produção de tortas e, com fidelidade, partilha um terço dos lucros para os pobres e um terço para a formação de homens novos.

No Congo, a associação AecoMabl facilitou o início de uma empresa para a produção de sabão, de outra para o aluguel de carrinhos de mão, de dois comércios, uma de material elétrico, de uma plantação de pêssegos, de um moinho para cereais e de uma loja de produtos de primeira necessidade, num bairro pobre.


There is no translation available

Intraprendenza e inventiva sono state la molla sin da giovane. L’azienda andava bene, ma non più io. Un racconto in prima persona.

da "Economia di Comunione - una cultura nuova" n.34 - Inserto redazionale allegato a Città Nuova n.23 - 2011 - dicembre 2011

di Pietro Comper

Pietro_Comper_ridFin da giovane, mi sono subito inserito nel campo del lavoro metalmeccanico. Mi ingegnavo a cercare il modo migliore per produrre di più e aumentare la qualità del prodotto. Nacque ben presto in me la consapevolezza che sarei stato capace di lavorare in proprio. Dopo sposati, con mia moglie Maria Pia inizia questa avventura: produzione di parti di ascensori e macchinari per una multinazionale. Il mio obiettivo era fare felice mia moglie guadagnando tanto, ma mi accorsi che questa scelta non dava la felicità. Ed ero sempre impegnato tanto che un giorno lei mi disse: «Hai sposato me o l’azienda?».

Ho capito che dovevo cambiare. Erano gli anni Ottanta, un periodo di crisi, ma pensai di creare con altri una società. Con altri soci ci saremmo divisi mansioni e avrei goduto di maggior tempo per la famiglia. Però sono caduto in un vero imbroglio e nel giro di pochi mesi la nuova azienda ha dovuto chiudere.


Uma oportunidade que desenvolve as potencialidades das empresas EdC, o patrimônio de experiências e relacionamentos.

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.34 - Encarte da revista Città Nuova n.23 - 2011 - dezembro de 2011

por John Mundell

John_MundellEm outubro de 2011, das 800 empresas EdC, 219 (27%) já tinham se cadastrado o site B2B (business-to-business) (www.edc-info.org), e esperamos que em breve muitas outras empresas tomem conhecimento dessa oportunidade e entrem conosco nessa aventura.

Participar dessa rede global, de fato, é um dos maiores presentes que as empresas EdC podem oferecer umas às outras: o objetivo comum de promover uma sociedade na qual não exista mais nenhum necessitado, partilhando "missão” e “visão” empresarial, criam um laço especial entre empresas de diferentes países, atividades e dimensões. Permanecendo em contato, dividindo recursos e necessidades, sucessos e desafios, é possível viver uma verdadeira comunhão em nível global: é uma potencialidade importante oferecida pela rede, que pode ser sempre mais explorada e enriquecida. Prova disso, são os notáveis resultados atingidos graças a melhoria progressiva do site oficial de Economia de Comunhão (www.edc-online.org), que, disponibilizando sempre novas notícias e artigos, disponibilizou também importantes recursos para a difusão da EdC.


Uma novidade que vem de longa data

por Paolo Loriga

 de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.33 - Encarte da revista Città Nuova n.13/14 - 2011 - julho 2011

PaoloLorigaBem-vindos a bordo! É uma nova aventura editorial a publicação que vocês tem em mãos, mesmo se se move em estreita continuidade com o percurso feito pela revista Economia de Comunhão. Até agora foi concebida e realizada pela equipe de especialistas da EdC, os quais – com muitas horas noturnas e a perícia de um gráfico externo – conseguiram por 17 anos conduzí-la ao porto (a base está em Genova) cada número de forma louvável.

Agora a novidade está no fato que o punhado de gente capacitada amadureceu conosco da redação de Città Nuova a perspectiva de “sair” juntos. Não se trata de um casamento, nem de um casal de fato. Talvez de dois amigos que saem juntos, fazendo tesouro – no espírito de unidade que permeia as duas realidades – das respectivas características e tirando delas ainda mais benefícios.


Perspectiva 2031: mais inovação e criatividade

por Luigino Bruni

 de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.33 - Encarte da revista Città Nuova n.13/14 - 2011 - julho 2011

110528_Ginetta_BruniQuais desafios teremos que enfrentar e vencer se quisermos que daqui a 20 anos (e mais) a EdC esteja viva e fiel à sua vocação?
Um primeiro desafio diz respeito as empresas EdC. Nesses vinte anos estamos compreendendo, mesmo se com tantos erros, que a principal contribuição que a EdC oferece para aliviar a pobreza extrema e assim construir uma economia e um mundo de comunhão, não é primeiramente a redistribuição da riqueza (pegar dinheiro e recursos dos "ricos" para dá-los aos pobres), mas é a criação de uma nova riqueza, inserindo no processo as pessoas em dificuldades e desfavorecidas: criam-se novas "tortas" e não se cortam forma diferente somente as "fatias" de uma torta doada e criada num primeiro momento.

De fato, se quem recebe os benefícios da riqueza criada não participa já no início, e de uma maneira visível e concreta, no processo produtivo, é muito difícil que a ajuda não seja paternalista e assistencialista. Quando Chiara lançou no Brasil a EdC disse: "temos que gerar novas empresas", e não "temos que converter os nossos empresários para que sejam mais generosos e dêem mais".


Do risco de delinquência ao risco de empresa. Protagonistas menores em uma empresa EdC em crescimento, que fabrica bolsas nas proximidades de São Paulo

Dalla strada para o mercado

por Paolo Lòriga

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.33 - Encarte da revista Città Nuova n.13/14 - 2011 - julho 2011

110408_Dalla_Strada__inaug_07Não estava localizado na área de maior passagem dos 650 participantes da Assembleia da Economia de Comunhão, mas foi o stand mais visitado durante os intervalos dos trabalhos. Vendiam-se bolsas para senhoras, jaquetas e peças de vestuário feminino. O sucesso de número de visitantes (mas parece também de compradores) está diante dos olhos de todos.

As linhas de produtos artesanais são uma mistura de qualidade e design moderno, com felizes toques de originalidade, assim como é única a origem das matérias-primas utilizadas: lonas de caminhão em desuso e aparas de couro e de jeans que não teriam servido para mais nada, recuperados por serem ecologicamente compatíveis. Mas este não é a única originalidade desta nova empresa. 


Comparação com as organizações motivadas por um ideal

EdC como empresa social? Não só

por Luca Crivelli

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.33 - Encarte de Città Nuova n.13/14 - 2011 - julho de 2011

crivelliEntre as empresas que transcendem os princípios do business tradicional, é possível distinguir três tipos de organizações que poderíamos denominar “motivadas por um ideal”.

Um primeiro grupo é formado por empresas cuja atividade econômica serve de modo indireto para a solução de problemas sociais, como as iniciativas de empreendedorismo social nascidas para financiar organizações sem fins lucrativos. A finalidade ideal consiste na doação (parcial ou total) do lucro obtido no mercado, administrando atividades produtivas. A finalidade ideal se torna concreta somente depois, quando são doados os lucros e se contribui para a manutenção de entidades que trabalham para além do mercado.

Outro círculo inclui as empresas que nascem para contribuir diretamente na solução de problemas sociais, trabalhando em favor de pessoas em dificuldades.


Cinco novas teses EdC

por Antonella Ferrucci

de "Economia de Comunhão - uma nova cultura" n.33 - Encarte de Città Nuova n.13/14 - 2011 - julho de 2011

n28_pag._11_antonella_ferrucciEm junho de 1992, há apenas um ano do lançamento do projeto, nasce a primeira tese sobre a Economia de Comunhão. De fato, em 1991, Chiara Lubich havia confiado “o aprofundamento cultural” da EdC aos jovens, convidando-os a «gastar as próprias energias neste programa», traduzir a experiência de vida da EdC em uma “teoria” para poder difundir, no setor econômico, teológico, sociológico e filosófico..

Desde então centenas de jovens entregaram-se  a esta aventura com grande generosidade, “arriscando” uma coisa importante como a propria tese para estudar e tornar conhecida a Economia de Comunhão. Em grande parte é devido a eles, de modo especial nos primeiros anos, a difusão do projeto nas Universidades do mundo todo.

Desde 1994 está ativo um arquivo informativo das teses sobre a EdC, que já no ano de 1996 começava timidamente a aparecer na web. Hoje as teses elencadas no arquivo, consultáveis no endereço www.ecodicom.net são mais de 300, em 14 linguas diferentes, de todos os continentes. Entres essas apresentamos cinco novas teses sobre EdC debatidas nos últimos meses.

Mais Artigos...

JPAGE_CURRENT_OF_TOTAL

Início
Anterior
1

EdC - Economia de Comunhão

EdC - noticiários

parent menu item not found: "notiziario EdC"

Saiu o novo Noticiário Edc n.34

Edc34_cover_it_rid_mod

Encontra-se como encarte do n.23 de Città Nuova de 10/12/2011
Baixe em pdf

segue-nos em:

Logo_EdC-on-fb

Canali video Edc: Vimeo

Logo_vimeo_rid

 

Canali video Edc: Youtube

Logo_youtube_rid

 

RSS Syndicator

EdC EdC

quem está online?

Nós temos 423 visitantes online