Economia solidária, Economia de comunhão9 de setembro de 2011, das 8h00-12h30
Auditório "El Tapial" de Tutucán
Rionegro
Oriente Antioqueño (Colômbia)
A XXII edição do Forum pela Paz propõe uma reflexão sobre Economia solidária e a Economia de comunhã como alternativas para a construção da paz, com o intuito de promover um espaço de conhecimento e difusão de experiências sociais e econômicas fontes de desenvolvimento humano.
O Forum pela Paz é um espaço, acadêmico, político e social da Diocese de Sonsòn Rionegro que pretende analizar os problemas que interessam a região e propor soluções alternativas.
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Em outros anos, no âmbito do forum, foram discutidos temas importantes para a região como o conflito armado, a inclusão, a reconciliação, o deslocamento, a convivência, o desenvolvimento humano. Participaram desses foruns as personalidades e as instituições mais representativas da região: grupos pastorais, empresários, prefeitos, instituições educacionais, organizações sociais, comunidades internacionais, sindicatos, ONG, etc.
O mundo de hoje é marcado por uma tendência crescente em deixar o mercado determinar as relações sociais, onde todas as instituições, da famíia a escola, da mídia até o Estado, estão sujeitos à lei da oferta e da procura. A nossa região também é caracterizada por esta situação, correndo o risco de se transformar em mercadoria, até mesmo a própria vida. Por isso, é preciso impregnar a economia de valores renovados que possibilitem também gerar coesão social, justiça e solidariedade.
Atualmente na região oriental o setor privado está investindo recursos em projetos industriais, energéticos, minerais e em infraestruturas. Este fluxo de capital pode ser positivo para a região, mas deve vir acompanhado de propostas de distribuição de riquezas para que o desenvolvimento proposto seja realmente integral e não venham a apresentar níveis de concentração da riqueza. Neste cenário a Economia solidária e a Economia de comunhão, apresentam-se como alternativas e experiências concretas a serem replicadas como modelos alternativos de sociedade que impregnem do valor da fraternidade uma economia impessoal que transforma as pessoas em objetos.
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