Best practices

Mundell & Associates promove oportunidades de aprendizagem para jovens

Jovens brasileiras participam de estágio em empresa de EdC nos Estados Unidos

por Indaiara Oliveira

Mundell 2011 ridFoi através de um contato direto com um dos donos de uma empresa de Economia de Comunhão dos Estados Unidos que Raiana Lira Cabral, bióloga, conheceu o Projeto in Freedom, em português Liberdade. O projeto que nasceu em 2004 oferece aos jovens com mais 21 anos a chance de viver uma experiência profissional dentro dos valores da Economia de Comunhão.

Assim que conheceu a proposta Raiana decidiu se inscrever e entre junho e setembro de 2015 estagiou na empresa Mundell & Associates, em Indianápolis, Estados Unidos. A bióloga afirma que a experiência foi mais que um estágio. “Trata-se de um observatório e aprofundamento na cultura de comunhão. Nós não vamos ali apenas para aprimorar uma habilidade profissional. Nós vemos e contribuímos para construir a comunhão naquele espaço. Temos oportunidade de ouvir as experiências dos empresários diretamente”, conta a jovem.

Mundell 2011 internship01 ridAnteriormente, os estágios de Raiana haviam sido em ambientes de pesquisa, diferente da empresa de EdC na qual estagiou no projeto. Mas mesmo distintos ela sentiu que há uma sintonia diferente ao atuar em uma empresa que tem como meta a comunhão.

Fernanda Silva Faria, uma jovem paulista, também teve a oportunidade de participar do estágio na Mundell & Associates. Pra ela o estágio não só agregou profissionalmente, mas também pessoalmente. Fernanda é engenheira de produção e acredita que a Economia de Comunhão é uma forma de construir um mundo unido e fraterno. “Todas as pessoas precisam trabalhar e se temos um ambiente de trabalho que pode ser diferente e influenciar que as pessoas sejam melhores essa meta é possível”, declara.

A engenheira lembra-se do cuidado que os empresários tiveram ao receber ela e as colegas do estágio. Fernanda dividiu uma casa com uma argentina, uma americana e outra brasileira. “Foi tudo pensado e preparado pra gente nos mínimos detalhes, dava para sentir o carinho. E no trabalho também, dá pra perceber que as pessoas estão realmente preocupadas com você”.

As duas jovens concordam que a experiência foi única e que deve ser vivida por mais pessoas. Mas Raiana vai além quando sugere que mais empresas abram as portas para este projeto. “Acredito que a experiência enriquece a empresa a medida que aproxima pessoas dispostas a colaborar com a cultura de comunhão, novas ideias e experiências. Vejo que não somente a empresa se beneficia, mas as comunidades e bairros em que a empresa se insere, uma vez que os estagiários passam também a conviver com eles. Esse talvez seja um grande contributo para cultura de paz, porque a medida que conhecemos a realidade do outro passamos  a gerar empatia e nos apropriar daquela cultura”, conclui a bióloga.

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